--» A inseminação intra-uterina ou inseminação artificial, é empregada em casos de incapacidade de ejaculação, distúrbios de ovulação, alterações no muco cervical, que impeçam a livre penetração dos espermatozóides no útero, determinadas alterações na qualidade do sémen, alterações nas trompas e endometriose. Consiste em transferir, para a cavidade uterina, os espermatozóides previamente recolhidos e processados com a selecção dos morfologicamente mais normais e móveis.A fertilização, neste caso, é in vivo, dentro das trompas de Falópio.
--» Os primeiros resultados parecem ter sido devidos a Hunter, médico inglês, no final do século XVIII. Nos anos 70 esta técnica foi bastante utilizada por numerosos ginecologistas e várias vezes com indicações desnecessárias, obtendo resultados com uma taxa de sucesso bastante reduzida (2 a 4%). Com a chegada da fertilização "in vitro", nos anos 80 esta técnica foi temporariamente abandonada e considerada bastante arcáica. Entretanto, nos dias de hoje, a IAC encontra novamente o seu espaço no tratamento da infertilidade e as hipóteses de sucesso desta técnica são de aproximadamente 18 a 20%.
--» A inseminação intra-uterina (IIU) foi introduzida em Portugal, em 1985, no Porto. Esta pode efectuar-se com espermatozóides de um doador em caso de infertilidade masculina. Os critérios de selecção dos dadores são rigorosos, baseados em diversos exames relativos ao estado de saúde e da qualidade dos espermatozóides. Os espermatozóides podem ser crioconservados, permitindo organizar bancos de esperma nos hospitais e clínicas, para posterior utilização.
Inseminação Artificial ou IUI (Intra-Uterine Insemination) [4]
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário